De repente, amor.

Às vezes te quero, te preciso, eu te amo
Depois simplesmente me afasto, me sinto bem e me engano
Sinto que estou num ciclo vicioso, isso é loucura para mim
Preciso pisar no chão, continuar ou dar um “fim”.

Você chegou sorrateiramente, como quem não quer nada
Me conquistou com simples gestos, livre-me desta empreitada!
Fico “cá com meus botões” tentando entender
Como pode em tão pouco tempo, tanto bem querer.

Você é incrivelmente singular
Confesso: seria impossível não te amar.
Você tem a meiguice de uma borboleta, e a beleza de uma flor
Tenho outra confissão: seu sorriso é encantador.

Esse poema é seu, sinta-se lembrado
Te tenho nos meus pensamentos, e nunca será apagado.
Na verdade ele é nosso, apenas de nós dois
O amor apareceu, e sem percebermos ele se expôs.

Todos os dias da minha vida farei o nós valer a pena. Te amo, amor.

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Fotografia: Aleksandr Ledogorov

@breakfast_on_jupiter

 

 

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