Ao Café…

Ah café, doce pecado de amargo gosto

Que acalenta a minha alma e me põe disposto

Aroma que encanta e aos poucos entontece

Aos sentidos atrai, e da vida o sabor enaltece

 

Ouro preto, líquido precioso, que a vida enriquece

Diamante negro, de valor único, que não se esquece

Que nos satisfaz e alegra de agosto a agosto

Sabor que reina e abalada o mais amargo desgosto

 

Aos poucos esquenta e espanta o frio

Por mais que o mundo esteja escuro e sombrio

Te dedico tais palavras de carinho e gratidão

Oh café, guardo para você um lugar em meu coração

 

Dia a dia, é que te mantém de pé

Manha, tarde ou noite, não tem hora certa

Te desperta, por isso e muito mais, merece uma rima esperta

A ele dedico esta poesia, a ele o café.

 

Fotografia: Aaron Burden

@aaron-burden

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